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Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Sobre ontem.

20.01.18, a tótó

O meu post de ontem sobre Lisboa trata-se da minha perpectiva da cidade, de alguém que vem de fora e que entra na cidade em trabalho, onde tem que deslocar-se e organizar-se de forma a que o seu trabalho corra o melhor possivel, sem afectar quem lá vive. Foi simplesmente um texto a pensar em mim e em pessoas que todos os dias enfrentam o mesmo que eu e fazem o mesmo que eu. É apenas uma opinião minha, não quis fazer anti marketing, nem levar as pessoas a odiar a cidade, não tenham receio pois não sou assim tão influente.

 

Acho muito bem que os turistas venham, que os estrangeiros comprem, que se faça dinheiro com o turismo, com o imobiliário, que se limpe a cara à cidade, mas não se esqueçam das pessoas que lá vivem, da história que as casas têm, do que o Marquês de Pombal fez em prol da segurança das pessoas. 

 

Não se esqueçam também de quem mora fora da cidade, de onde vem a carne que estão nos talhos, os legumes, hortaliças e frutas das bancadas do mercado, o leite no pacote, os queijinhos com presunto, o vinho caro, os cereais que comem ao pequeno almoço.

 

Não se esqueçam também que o médico que vos atende nas urgências do hospital, aquele que vos serve o café todos os dias, que vos leva o lixo fora da porta, que vos ensinou a ler e a escrever, pode ter vindo da provincia. Conheço tantas pessoas que o fizeram e outras tantas que sairam da cidade.

 

Dá-se muito brilho a coisas menos importantes e pouco às que realmente importam.

 

Obrigada a quem percebeu o meu texto, fico sinceramente feliz.

 

Por curiosidade mostro-vos um mapa  que representa a densidade populacional do nosso país.

 

 

densipopulacional.jpg

 

 

 Não é claustrofóbico?