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Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Os Óscares!

23.02.19, a tótó

Eu nunca vi os óscares e não vai ser este ano que vou ver, mas eu gosto muito de ver filmes e mandar "bitaites" sobre eles.

 

Vi os dois filmes que mais nomeações levam. O Roma já aqui tinha falado (até destaque mereci!), a Favorita que vi no passado dia 9 no cinema. Ia à procura do Bohemian mas já ia tarde e a Favorita era o único que me puxava, apesar de não ter lido nada sobre ele, só sabia que tinha a Emma Stone (de quem gosto), época de reis e rainhas (que também gosto) e claro, três mulheres, o power feminino no seu esplendor! Tudo a favor.  E voilá, o filme surpreendeu-me. Não estava à espera de comédia, de sarcasmo e ironia e de homossexualidade, eu até receava que fosse um desperdicio de dinheiro e tempo. 

 

Só não gostei do fim. Fiquei especada a olhar para a tela. "Que raio foi isto?" 

Enquanto aquelas duas desapareciam debaixo da imagem dos coelhos eu só pensava na rainha, gorda e caquética a cair redondamente em cima da Abigail e sufocá-la até à morte. Morriam as duas. Triste sina. Enquanto que Sarah regressava e subia ao trono. Pois. Nada disso. Não digo mais nada senão somente que não sendo uma especialista de cinema, não sei se merece assim tanta nomeação mas isso sou eu a dizer, vale o que vale.

 

Vejam os filmes. Vejam os Óscares. Ou Durmam como eu. O importante é serem felizes. 

 

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Um novo ciclo, agora a sério!

18.02.19, a tótó

O último post não foi escrito como apenas um desabafo, o último post é para mim o início do meu desenvolvimento pessoal.

 

Levei muito tempo a chegar aqui mas o confronto com aquilo que me estava a acontecer deu-me a luz de que precisava. E não foi nada do outro mundo, não foi nada que já não tivesse acontecido a milhares de pessoas, nada que não viesse em centenas de livros de auto-ajuda, motivação e desenvolvimento pessoal. Esta luta contra mim mesma foi um sugar de energia mas ao mesmo tempo levou-me a pensar nas minhas ações e nas minhas crenças. Os outros podem estar errados mas mesmo no erro a vida deles segue em frente e com sucesso e porquê? Porque seguem o caminho que decidiram tomar, têm os seus objetivos e metas a conquistar e não haverá nada que os demova pois a sua resilência é mais forte do que qualquer situação ou pessoa.

 

Então, eu decidi que também quero isso para mim. Não quero isso dizer que venha a ser uma pessoa com grande sucesso profissional e que isso me permita fazer mil e coisas que não faço agora e ter mil outras que não tenho neste momento. Geralmente vai falhar alguma coisa. Ou a família, ou a saúde, ou o amor. E neste momento falha-me apenas o profissional e digamos financeiro e por isso é que procuro desenfreadamente este equilibrio. Mas lá está, estou  a fazer tudo mal pois a familia e o amor fica por um fio e a minha saúde acaba por ser afectada.

 

E é um ciclo ridículo que não nos leva aquilo que realmente importa: sermos felizes.

 

Então, seria uma grande recompensa no meio destas vicissitudes, encontrar esse meu equilibrio.

 

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Vou começar! 

 

Admiti um dos meus problemas. Querem saber qual é?

13.02.19, a tótó

Tem sido um desafio conseguir manter a sanidade mental, problemas atrás de problemas, emails com problemas, telefonemas com reclamações e sinceramente não consigo lidar com isso. É apesar de o meu corpo estremecer, o meu coração disparar e os meus olhos ficarem nublados e o meu tom de pele se alterar numa variação de amarelo e vermelho, eu lá consigo ter calma e respirar fundo, no entanto ninguém me tira as trombas de metro e meio porque à minha volta, tenho gritos e revolta e um stress danado que me irrita tanto mas fica cá dentro. Claro que a paciência e calma termina quando chego a casa e, ou faço um espalha-brasa numa tentativa de desabafo ou isolo-me e choro numa tentativa de alívio. Também tenho a versão de ir fazer tarefas domésticas desenfreadamente,o que é bom porque às vezes há tarefas que já estavam em atraso. 

 

Admiro realmente as pessoas que olham para reclamações e problemas como fórmulas fáceis de resolver. A mim sabe-me a integrais e derivadas e matrizes. É realmente muito complexo para mim argumentar e ter o poder de persuasão de forma a levar a outra pessoa a compreender e aceitar o que digo (mesmo que a esteja a enganar). Não se faz, é verdade, mas neste mundo estás completamente lixada se quiseres ser a profissional certinha, amiga etc. Eu já li algumas coisas sobre liderança e apesar de achar que é o mais certo neste mundo, é muito errado.

 

Vais estar sempre a ser lixada, ao mais alto nível. Não passas de uma parola encolhida. 

 

Portanto, vivo entre ser essa pessoa que tenta levar as coisas a bom porto, sem fazer inamizades, ou ser aquela besta mas que mete respeito  mal ouvem a minha voz e fazem exatamente o que lhes digo. E tem sido uma amargura muito grande porque não posso ser as duas coisas. Quero ser a primeira mas estou constantemente a levar por tabela por não ser a segunda. Tem sido uma luta e o melhor é acenar a bandeirinha branca e renunciar.

 

Hoje disseram-me que estou com bom aspeto, agradeci mas mal sabia que estou um caco por dentro.

Neste momento sinto-me infeliz e sinto que estou a tornar-me numa pessoa tóxica. Reclamo reclamo mas na hora da verdade nada acontece! Não consigo dizer o que penso, não consigo desvalorizar o que acontece, envolvo-me demasiado, crio uma bola de pensamentos sabotadores que me transportam para um cenário deprimente e nada evolutivo.

 

Hoje apetece-me bater-me. Dizer que não sou assim. Não posso ser assim. Já não sou uma miúda, aliás, hoje as miúdas já parecem adultas, muito donas de si.

 

E apesar de não ter ainda parado  para o meu auto conhecimento sei que há um grande problema em mim.

 

Complexo de inferioridade. Oh yeah!

 

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Já passaram por isso? Como derrotaram esse monstro?

 

Aceitam-se dicas. 

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