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Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Nobel da Paz com M - Murad e Mukwege

06.10.18, a tótó

A 5 de outubro de 2018 foram galardoados com o Prémio Nobel da Paz, Nadia Murad e Denis Mukwege, ambos activistas contra a violação sexual em contexto de guerra.

 

A juventude de Nadia Murad foi interrompida no Verão de 2014, quando um grupo de combatentes do Daesh invadiu a sua aldeia no Norte do Iraque durante a violenta expansão que levou o grupo extremista e jihadista a controlar grande parte do país. A sua mãe e seis dos seus irmãos foram executados por se recusarem a converter ao islão. Para Nadia, os fanáticos tinham outros planos.

Com outras mulheres jovens, a yazidi Nadia foi levada para Mossul, a capital do “califado” governado pelo Daesh e entrou no mercado de escravas sexuais, tornando-se num despojo de guerra. Passou três meses enjaulada, forçada a ter sexo de forma contínua, a ser torturada e agredida. Calcula-se que mais de três mil mulheres e crianças yazidis tenham sido sujeitas a algo semelhante.

Em Novembro, conseguiu fugir ao “califado”, após várias tentativas falhadas. Ao lado de Lamiya Aji Bashar, que foi raptada na mesma aldeia, Nadia tornou-se um rosto e uma voz para denunciar a violência quotidiana perpetrada pelos extremistas.

Apesar dos incontáveis traumas de que ainda padecem, percorreram o mundo para contar na primeira pessoa o drama que viveram, mostrando as cicatrizes e partilhando a sua dor. Em troca pediam justiça. Milhares de outras mulheres viviam ainda subjugadas pelo Daesh e Nadia e Lamiya apenas queriam que o mundo não esquecesse. Ainda hoje, quando o grupo terrorista é uma sombra do que já foi, permanece por apurar o paradeiro de muitas destas mulheres.

- Público - 

 

Nadia editou no ano passado o seu livro Eu serei a última , onde relata a sua história, o seu tormento e onde deixa o seu desejo mais profundo, ser a última a viver esta história.

 

 

Há mais de 20 anos que este médico ginecologista se dedica a operar mulheres vítimas de violações – e a dar-lhes força para voltarem a gostar de si.

A história sangrenta da República Democrática do Congo guiou o médico Denis Mukwege. Filho de um pastor, começou por estudar obstetrícia num dos países com a mais elevada taxa de natalidade do mundo. Mas a guerra civil que tomou conta do país nos anos 1990 começou a trazer-lhe para a mesa de operações vítimas de violações em estado muito grave.

Em 1999 fundou o Hospital de Panzi, em Bukavu, e desde então operou mais de 20 mil mulheres. Em certos dias chegou a operar durante 18 horas seguidas. E era precisamente isso que estava a fazer quando soube que tinha recebido o Prémio Nobel. Foi do hospital que Mukwege agradeceu a decisão do Comité Norueguês do Nobel, que dedicou “às sobreviventes de todo o mundo”.

Por causa do seu trabalho, o Hospital de Panzi tornou-se num dos poucos lugares onde as mulheres congolesas se podem sentir seguras. Tão importante como o trabalho clínico de Mukwege é a dimensão psicológica. “Posso ser a única pessoa a quem elas podem expressar o que sentem”

O contacto diário com o sofrimento causado pela guerra tornou Mukwege num dos activistas mais ouvidos em África. Tem-se manifestado publicamente contra a continuidade do Presidente congolês Joseph Kabila no poder – as eleições têm sido adiadas indefinidamente – e pede o fim da cultura de dominação patriarcal, que considera responsável pelas atrocidades no seu país e em África.

 

- Público - 

 

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Desafio Outubro - Escrita - Dia 5: Alho

06.10.18, a tótó

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Como comer alho de forma adequada

O alho é utilizado há centenas de anos para tratar diversas condições, sendo um excelente aliado para fortalecer o sistema imunológico, melhorar a circulação ou reduzir inflamações. No entanto, todas estas propriedades só podem ser conseguidas se ingerirmos o alho cru, visto que se for consumido cozinhado perde grande parte dos seus benefícios. Para o consumir cru pode:

 

  • Tomar um dente de alho como se fosse um comprimido, com um pouco de água ou sumo para reduzir a intensidade do seu sabor;

 

  • Ingerir em pratos em que se adicione cru como por exemplo o gaspacho, o molho alioli, o molho pesto ou qualquer outro molho com este ingrediente, ou inclusivamente em saladas, laminado e muito fino para conferir sabor ao prato;

 

  • Para reduzir a intensidade do seu sabor e o seu aroma pode comer depois um pouco de queijo, tomar um copo de leite de preferência desnatado ou mastigar um pouco de salsa.

 

Contraindicações do alho

Apesar de todos os benefícios do alho para a saúde, é muito importante saber que este alimento é contraindicado em determinados casos, como por exemplo:

  • Não deve ser ingerido por pessoas com o estômago sensível e com condições como acidez frequente, úlceras estomacais, gastrite ou cólon irritável;

 

  • Pessoas que sofram de hipertireoidismo não devem abusar deste alimento devido ao seu elevado conteúdo de iodo;

 

  • Caso tome medicação anticoagulante ou tenha problemas de coagulação, não se recomenda ingerir alho devido aos seus efeitos anticoagulantes;

 

  • Deve evitar consumir alho cru em grandes quantidades antes ou depois de uma intervenção cirúrgica, visto que os seus efeitos anticoagulantes podem ser nocivos nestes casos;

 

  • Para os pacientes que têm diabetes também não é recomendável o consumo abundante deste alimento.

 

Não sou especialista, nem percebo nada de medicina, estas infrmaçoes foram feitas através de pesquisa online.

Mas posso dizer que quando ando menos bem da sinusite, engolir um alho como se fosse um comprimido ajuda a aliviar os sintomas.

 

 

Texto inserido no Desafio da escrita.

Palavra do dia 5: Alho

 

 

Desafio Outubro - Escrita - Dia 4: Livro

06.10.18, a tótó

As minhas leituras andam péssimas e eu sei que devia ler muito mais, até para me ajudar com o vocabulário para a tese.

A tese ainda está muito incerta, olho para a minha orientadora e tenho vergonha de lhe falar só porque ainda não sei bem o que vou fazer. Ando tão num estado depressivo que só penso nas coisas menos boas em vez de me agarrar as coisas boas.

Desde que andei à procura de temas, tinha uma coisa em mente, transformar a minha tese num livro.

 

Será assim tão ridiculo? Serei eu capaz de tal coisa? 

 

Parece-me algo complicado para quem é um bocado preguiçosa como eu.

 

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Texto inserido no Desafio da escrita.

Palavra do dia 4: Livro

 

Actualização do Desafio da Escrita

06.10.18, a tótó

Para quem está a participar no desafio da escrita, façam uma pequena rectificação. A Sophia Fernandes detectou uma gralha no desafio. Faltava o dia 14 e assim sendo, a palavra desse dia foi à escolha dela. 

 

 

desafio escrita.png

 

 

Peço então que actualizem o desafio com esta informação e peço desculpa pela falha.

 

Para quem quiser, já é dia 6, mas estão sempre a tempo de participar.