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Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Porquê?

24.09.18, a tótó

Tenho uma vontade enorme de chorar. Não por ser segunda feira, por ter deixado um fim de semana tão bom, e ter que voltar ao trabalho, mas porque sinto um aperto enorme no peito que me deixa respirar mal. Uma vontade tão grande de gritar e desaparecer. Estou triste, muito triste. 

 

Não sei o que sou. Umas vezes sinto-me capaz, noutras fico impotente, estática a olhar para o que me passa à frente, a ouvir as vozes que me rodeiam. Soam alto e estridentes. Quero calá-las e não posso, não consigo. Mostram-me a palma da mão e dizem " stop. Tu não podes ir por esse caminho." bloqueiam-me a passagem e sinto que é um caminho que não é meu. Deixo-me estar. Volto para trás. Dou a chave do caminho a quem de direito.

 

Eu não sou ninguém. Sou incapaz. Sinto-me impotente e ultrapassada.

 

E por que é que insisto?

Por que não volto para trás e entrego todas as chaves?

Por que não vejo outro caminho?

Por que tenho medo de ficar sem porta?

Por que não construa a minha porta?

Onde estão as ferramentas?

Onde está o material?

Onde vou buscar tudo isso?

 

Por que tenho que me sentir assim, perdida e triste?

Por que não tenho força, energia e coragem para gritar e ser dona de mim mesma?

Por que ao invés disso, só me apetece chorar? 

 

Porquê? Porquê?

Feira Alternativa 2018 - Lisboa

24.09.18, a tótó

Participei no passatempo Susana, do Blog Ansiedades no instagram e fui uma das felizardas em ganhar uma entrada para o 1º Maior Evento de Bem estar, desenvolvimento pessoal e espiritualidade, a Feira Alternativa 2018, em Lisboa.

No dia 8 lá fui eu com o J., que tinha feito um turno de 16 horas e dormiu umas horitas para poder ir comigo. Escolhi algumas palestras, visitamos as exposições e ainda fiz umas compras.

Quando chegámos, demos a volta ao circuito, vimos mais ou menos o que mostravam. Faziam masssagens, vendiam roupas, artigos ecológicos, bijuteria, comida, bebida, gelados, produtos naturais, livros. A fila do Oráculo Cigano ia até não sei onde, mas não tenho curiosidade para saber o futuro, o que tiver que ser, será.

Apreciei o ambiente. A maior parte das pessoas têm aquele ar hippie.

Como ainda tinhamos tempo até à 1ª palestra, sentámo-nos e assistimos a uma sessão de meditação ao ar livre, todos estavam deitados e a moça ia passando por eles com vários instrumentos sonoros que tocavam serenidade.

Fomos à palestra, dentro de um dos pavilhões e onde a Liliana nos ensinou a meditar, a seguir a nossa respiração, a sentir cada membro do nosso corpo e a visualizar momentos bons e menos bons e tentar perceber com essas visualizações o que sentimos, o que fizemos em relação a essas situações e o quanto crescemos até aqui. E pediu-nos para escrever a frase que nos deu força ou que nos dá força para continuarmos o nosso caminho e para a termos sempre connosco.

Fui fazer umas comprinhas, um desodorizante mineral e um óleo essência de alecrim, dicas da nossa Célia.

Parámos na banca da leitura de chakras através de um sistema informatizado, em que colocamos a mão direita num aparelho, tiramos uma foto e mostra-nos a nossa cor envolvente. A minha e a do J. é semelhante, não quisemos o relatório porque era carote e andamos a investigar o que quereria dizer aquelas cores. É toda uma ciência, é de difícil de interpretação para laicos.

Depois seguiu-se a palestra sobre Sexualidade seguindo a astrologia do Ki das 9 estrelas, não apanhámos desde o início e não percebemos bem como fazer as contas.

A caminho da janta, fui apanhada pelo mestre chinês de acunpuntura, não percebi praticamente nada do que ele disse, mas espetou-me os dedos na cervical e fiquei com uma dor aguda. Mandou-me sentar e fizeram-me uma massagem. Acumulação de toxinas na zona dos sovacos e inflamação da cervical. 

Fomos comer, bebi uma limonada e comecei a sentir dores nas costas. Maldito chinês pensei eu, mas foi passageiro.

Fomos assistir à última palestra, onde se falou dos chakras, das nossas energias, e do exercício que podemos fazer para perceber qual dos nossos chakras está mais em baixo e a precisar de reenergizar. 

Aqui despertei a minha vontade de estudar sobre chakras e utilizar a alimentação para o equilíbrio dos mesmos. 

 

Foi uma tarde/noite muito bem passada, para quem gosta destes temas é uma feira a não perder. Que para o ano venha outra e que consiga aproveitar um bocadinho mais. 

 

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