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Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Chegou a hora e...

22.10.17, a tótó

Não estou preparada. Há vidas mais complicadas. Doenças mais complicadas. Mas a verdade é que a hora de cuidar a sério dos meus pais já chegou. Ainda nem filhos tenho. Normalmente, seria, primeiro ter filhos, os avós cuidarem deles e depois, com os filhos crescidos, cuidar dos meus pais velhinhos. Mas não estou a ver a coisa assim. Lá em casa nunca nada foi normal,na adolescência, as minhas colegas pensavam que o meu pai era meu avô, outros diziam sempre à minha mãe que eu tinha vindo muito tarde. Os problemas do meu pai traumatizaram-me a minha vida desde os 5anos, ora tínhamos muito sossego ou não tínhamos sossego nenhum. Esconder tudo, conversar era pouco, conselhos nenhuns. Cada vez mais os vejo mais velhos, cansados, com problemas e o que mais me apetecia era estar a gozar o facto de já não estar lá em casa e poder transformar a minha casa num ambiente melhor. Mas a verdade, é que isso não está a acontecer, porque acho que estou a levar os problemas do meu pai ou melhor, estou a encarnar o meu pai e não sei o que fazer. Não está a ser saudável para mim, para a minha relação com o j. E com ninguém. Ando com a cabeça que nem sei explicar. Dizem que pode ser depressão. Lá está. Enquanto isso tenho que cuidar dos meus pais, preocupar-me e fazer o melhor que consigo, não sei bem como...

 

 

Dizer Não deve ter limites, não?

20.10.17, a tótó

Há toda aquela história em que devemos dizer não às coisas que não aceitamos para nós, para o nosso bem estar e sanidade mental e espiritual, o que for, mas estar constantemente a repetir "não" não será síndrome de patetice?

Escolher o não também requer saber usá-lo! Não é quando uma criança aprende a dizer  uma palavra e passamos um bom tempo a incentiva-la a dizê-la. Depois chega, passamos para outra palavra.

 

Os adultos quando aprendem a dizer não, ficam imparáveis, ninguém os atinge. Mas tal como as crianças, se não as incentivarmos a dizer mais qualquer coisa, coitadita! 

 

(A letra da música não é propriamente o sentido do texto, excepto no facto que digo não ao não descambido!

No no no no