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Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Para Sempre TóTó

TóTó é o nome carinhoso que ele me dá. Ar calmo e sereno versus um turbilhão interior. Serei eu assim, Para Sempre.

Vim só dizer que estou a sobreviver!

Não ando grande coisa, a vontade de escrever ou de fazer o quer que seja tem sido muito pouca. Ando mesmo aborrecida, já tive pancadas destas mas nunca duraram tanto tempo. É como se os meus dias fossem como aquela frase cliché "uns vivem outros limitam-se a existir" (ou qualquer coisa do género), parece que neste momento há muita coisa que não faz sentido para mim e cada vez noto mais a parvoíce de muitas pessoas e de como temos que sobreviver a isso e dar a volta por isso quando o que apetece é

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 Enfim...estou a ler um livro de auto ajuda. O desafio é ler até ao fim, não como os não sei quantos que comecei e fiquei só por ali, por meia dúzia de páginas, e depois tenho que partilhar aqui o que absorvi da leitura e que espero reter para  mandar a minha vida para a frente. 

Até ao meu regresso 😉

 

Eu hoje devia ter mentido!

Eu sei que mentir é feio mas eu hoje devia ter pregado uma grande peta para não vir trabalhar.

 

Ai e tal estou muito doente. É deste tempo, sabe?

 

A responsabilidade às vezes trai uma pessoa. Sou muito certinha. Por isso é que me lixam sempre. E à conta disso devo ter perdida uma oportunidade para pirar-me daqui.

 

És mesmo TóTó! 

 

Chegou a hora e...

Não estou preparada. Há vidas mais complicadas. Doenças mais complicadas. Mas a verdade é que a hora de cuidar a sério dos meus pais já chegou. Ainda nem filhos tenho. Normalmente, seria, primeiro ter filhos, os avós cuidarem deles e depois, com os filhos crescidos, cuidar dos meus pais velhinhos. Mas não estou a ver a coisa assim. Lá em casa nunca nada foi normal,na adolescência, as minhas colegas pensavam que o meu pai era meu avô, outros diziam sempre à minha mãe que eu tinha vindo muito tarde. Os problemas do meu pai traumatizaram-me a minha vida desde os 5anos, ora tínhamos muito sossego ou não tínhamos sossego nenhum. Esconder tudo, conversar era pouco, conselhos nenhuns. Cada vez mais os vejo mais velhos, cansados, com problemas e o que mais me apetecia era estar a gozar o facto de já não estar lá em casa e poder transformar a minha casa num ambiente melhor. Mas a verdade, é que isso não está a acontecer, porque acho que estou a levar os problemas do meu pai ou melhor, estou a encarnar o meu pai e não sei o que fazer. Não está a ser saudável para mim, para a minha relação com o j. E com ninguém. Ando com a cabeça que nem sei explicar. Dizem que pode ser depressão. Lá está. Enquanto isso tenho que cuidar dos meus pais, preocupar-me e fazer o melhor que consigo, não sei bem como...

 

 

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